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A mística autêntica

julho 18, 2010
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Exclusão é a palavra-chave. Não há objecto nem objectividade porque não há forma geral em que a essência do objecto se determine. Há apenas proliferação de formas que não se estruturam e que não deixam a aranha da razão tecer a sua teia.

Qual é a diferença entre isto e o que Heidegger chama de pletora? Podemos pensar numa ilha onde brilha a ordem no meio do caos. Mas, precisamente, se existe um ponto de apoio para a razão, o caos deixou de existir, para dar lugar a uma “imagem”. Ele só surge como algo que não se domina teoricamente muito mais tarde, quando a razão extrai da imagem o particular.

Claro que nada disto nos diz algo sobre a “realidade”. E Heidegger, perseguindo a experiência primordial e a mística autêntica, nunca sai da linguagem.

desse post aqui, chamado O lugar do ser

One Comment leave one →
  1. cotel permalink
    julho 18, 2010 7:49 pm

    Real é a palavra. Realidade já é habitada por linguagem. A coisa. Morta. Palavra.
    Venha pra Salvador ás quartas-feiras que te introduzirei a um outro jeito de pensar o indizível.

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