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do feérico das aparências

maio 30, 2010
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“A imagem é um sintoma – flutua e resiste a ser capturada, condensando em si os recalques do tempo histórico que ela capturou. A imagem é um pacto com a morte – testemunha um impossível que é sempre reiterado. A imagem sempre diz muito mais do que pretende aquele que a produz – ou aquele que a captura na leitura. Quem vive em uma imagem? A imagem está aberta, o passado que ela sinaliza segue passando e segue dizendo. A imagem é uma permanente zona de desconforto, que pode ser retomada, apropriada, profanada – girar em falso. A imagem é lida quando escapa da tautologia – quando é possível retirar dela mais do que aquilo que ela mostra.”

esse bonito  trecho saiu desse post aqui, sobre o poder da imagem na obra de paul auster, mas que podia ser – entre muitas outras coisas –  sobre o que nos emociona na fotografia de moda.

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