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Casa de Criadores inverno 2009

dezembro 11, 2008

Nessa segunda, terça e quarta aconteceu a 24ª edição da Casa de Criadores. Estive presente somente na terça, mas acompanhei os outros desfiles pelo site oficial do evento. De um modo geral o que se pode dizer é que o saldo foi positivo, algumas coleções foram realmente muito boas. Fiquei contente em ver a volta da elegância e da feminilidade em boa parte dos desfiles. Houve muita aposta em uma silhueta bem marcada, saias justas, vestidos e saltos altos. Outra aposta, já não tão feminina assim, é a calça saruel, que apareceu até em jeans. A cor predominante, como era de se esperar, foi o preto, mas também apareceu o dourado, alguns tons pastéis e uns looks coloridos aqui e ali.

Aqui vão alguns dos desfiles que mais se destacaram no primeiro e no segundo dia (o terceiro dia fica pra outro post):

1º dia
João Pimenta – Arrisco dizer que foi o melhor do evento. Com um desfile maduro e bem elaborado, o estilista se apropriou do volume da silhueta feminina para compor sua coleção masculina. O resultado foi um quadril arredondado estranho (no bom sentido) que foi enfatizado pelo andar dos modelos na passarela. Propositalmente eles se mostravam desconfortáveis com a roupa, andando com os braços bem abertos. João ainda ousou em variar os comprimentos das calças e apostou nas blusas apertadas. Pra completar o conceito a música em clima circense ficou genial. Bom ver algo criativo na moda masculina que tende a ser tão monotemática. Foi um desfile digno de um SPFW.

No Hay Banda – Chique. Uma banda de jazz tocando ao vivo, mulheres chamosas e elegantes desfilando com vestidos bem cortados e um climinha anos 30/40. Assim pode ser resumido o desfile do No Hay Banda, que não trouxe muita coisa nova, mas apresentou uma coleção bastante bonita. Destaque para as calças retas de corte masculino.

2º dia

Surpreendentes mesmo foram os desfiles do projeto lab, que são os novos dos novos estilistas. Destaque para o pernambucano Jadson Ranieri, que apresentou uma coleção sombria, cheia de capas, coturnos, rostos tampados e macacões com acabamentos utilitários. Em meio ao preto e ao pastel apareceram roupas vermelhas vibrantes que deram bastante força à coleção. A trilha também foi bastante forte, para complementar, criando um clima de tensão.

P’tit – Gostei logo de cara da escolha da silhueta Yves Saint Laurent anos 80, com ombros grandes e pontudos e calças que vão afinando ao longo do comprimento. Legal também a idéia de brincar com o formato do diamante nas proporções das peças, apesar de o conceito precisar ser melhor “lapidado”.

Logo mais falo do terceiro dia…

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